Mais dois artigos de minha autoria, publicados na revista EasyCoop, em São Paulo – SP, edição setembro/outubro de 2017, páginas 12 e 13.

Compartilho com os amigos, mais dois artigos de minha autoria, publicados na revista EasyCoop, em São Paulo – SP, edição setembro/outubro de 2017, páginas 12 e 13. Nos artigos, trato de dois assuntos relevantes para o Sistema Financeiro Cooperativo: “Como são tratadas as sobras” (resultados); e os “Sete pontos para o sucesso” de uma Instituição Financeira Cooperativa. Gratidão a todos pela oportunidade de contribuir, cooperar e compartilhar o conhecimento.
Links: http://www.cooperativismo.org.br/Revista/ e http://www.cooperativismo.org.br/

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Compartilho link para acesso e leitura da revista MundoCoop, edição 78. Meu artigo foi publicado nas páginas 42 e 43 da revista.

Para quem tiver interesse em ler a revista MundoCoop, edição 78, na íntegra, compartilho o link de acesso: https://rededocooperativismo.com.br/. Meu artigo “Desenvolvimento sustentável e indústria 4.0: desafios da gestão cooperativa”, foi publicado nas páginas 42 e 43 da revista. Gratidão a todos! 🙏🙌😃

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Compartilho meu artigo publicado na Revista MundoCoop: “Desenvolvimento sustentável e industria 4.0: desafios da gestão cooperativa.” Gratidão!

IMG_20170927_225257_329É com muita satisfação que compartilho com os amigos, meu artigo publicado na Revista MundoCoop, São Paulo – SP, que possui divulgação e abrangência nacional. A revista circulará também durante o WORLD COOP MANAGEMENT 2017, conferência internacional de cooperativismo, que será realizada nos dias 02 e 03 de outubro, em Belo Horizonte – MG. “Desenvolvimento sustentável e industria 4.0: desafios da gestão cooperativa.” Gratidão a todos pela parceria e cooperação!

21 de setembro: Dia Internacional da Paz. Amém, precisamos muito, o mundo precisa. Paz em todas as áreas, em todos os sentidos, em todas as formas. Na política, na economia, entre os países, entre as crenças, religiões, culturas e opiniões. Nas empresas, no trabalho, nas ruas, no trânsito, nas casas, nas famílias….para todos nós! 🙌🙌🙌

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Em Ascurra – SC, 17/09/2017. Lembranças do Seminário, Colégio Salesiano São Paulo. Aos 10 anos de idade deixei a casa dos meus pais, na Comunidade Rural Santa Catarina (município de José do Cerrito – SC), para estudar no Seminário, a 200km de distância, em regime de internato. Apesar da saudade de casa, foi aqui que adquiri o gosto pela leitura, tive as primeiras noções de filosofia, sociologia, teologia. Local onde aprendi muito também sobre a importância do trabalho, organização, disciplina e aprendizado constante. Gratidão!

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Os desafios dos novos modelos de gestão cooperativa na “quarta revolução industrial”

Fotor_150544305586660Estamos vivendo uma época de transição, tendo em vista o acelerado processo de mudanças em âmbito mundial, nas mais diversas áreas da atividade humana. É o que alguns economistas e outros estudiosos do assunto chamam de “a quarta revolução industrial” ou “indústria 4.0“, caracterizada pela convergência entre as tecnologias digitais, físicas e biológicas, resultante dos avanços alcançados nas outras três revoluções industriais anteriores. Temos como exemplos atuais, o avanço das nanotecnologias, biotecnologias, robotização, inteligência artificial, internet das coisas (IoT – Internet of Things), computação em nuvem, novas startups (como exemplo, as fintechs), entre várias outras frentes de desenvolvimento.

Numa abordagem geral das mudanças anteriores, tivemos a primeira grande revolução industrial, que aconteceu entre 1760 e 1840, movida por tecnologias mecânicas como máquinas a vapor e as ferrovias. A segunda ocorreu entre o final do século 19 e início do século 20, caracterizada principalmente pelo uso da eletricidade, a produção em massa de bens de consumo e criação das linhas de montagem. A terceira se iniciou a partir da década de 1960, caracterizada pelas tecnologias da informação, computadores pessoais e a partir de 1990, a internet e as novas plataformas digitais.

Nesse contexto, as empresas em geral, e em especial as Cooperativas, precisam realizar a migração, a transformação dos seus modelos de gestão, para organizações da era do conhecimento, das novas tecnologias da informação e comunicação ou da também chamada “quarta revolução industrial” (indústria 4.0).

Os modelos tradicionais de gestão, extremamente engessados e burocráticos, já não dão mais conta das novas demandas do mundo contemporâneo. Hoje as organizações precisam tomar decisões rápidas, atualizadas e assertivas.

Como característica fundamental, os novos modelos gestão cooperativa têm o capital intelectual, como principal diferencial de mercado.

conhecimento aplicado e compartilhado, é hoje um fator crítico de sucesso para as organizações cooperativas. É questão de sobrevivência e de continuidade, em um mercado cada vez mais hostil e competitivo.

Para o sucesso dessa transição, dos modelos tradicionais de gestão, para os novos modelos de gestão cooperativa, torna-se necessária a implantação de um processo contínuo de gestão da mudança.

Seguem alguns tópicos importantes para a atualização dos modelos de gestão das cooperativas:

1) Desenvolvimento de uma visão holística e sistêmica: desenvolver nas pessoas, em todos os níveis da organização, a visão do todo; o “pensar global e agir local”; desenvolver novos conhecimentos, habilidades e atitudes;

2) Mudanças na cultura organizacional: mudanças no estilo gerencial, para modelos mentais (mindset), mais flexíveis, inovadores e criativos;

3) Adaptações na estrutura organizacional: formação de uma estrutura mais horizontalizada; mais plana, que incentive a inovação e a criatividade.

Os modelos contemporâneos de gestão cooperativa têm como principal desafio, promover o desenvolvimento sustentável das organizações. Devem gerar valor (Resultado econômico) para o “empreendimento cooperativo”, para os associados (Pessoas) e para o meio ambiente (Planeta), dentro do chamado “tripé da sustentabilidade”: people, planet and profit (pessoas, planeta e lucro).

Os novos modelos de gestão devem transformar as Cooperativas em agentes de promoção do desenvolvimento local sustentável, sem perder a essênciacooperativa, que além de ser um grande fator de diferenciação, se constitui na missão desse tipo de organização (razão de existir), para ajudar a construir um mundo melhor para todos.

Sobre o autor: Marcelo Correa Medeiros – Mestre em Direção Estratégica, MBA em Gestão Empresarial, Administrador, Gestor de Cooperativas, Contador, Coach e Professor. Atuação há mais de 25 anos no Associativismo e Cooperativismo Financeiro, onde já exerceu as funções de Sócio Fundador, Presidente, Gerente Geral, Contador e Inspetor.